terça-feira, 14 de setembro de 2010

Deus é como Açúcar!



Certo dia, a professora, querendo saber de todos haviam estudado a lição solicitada, perguntou as crianças quem saberia explicar quem é Deus.

Uma das crianças levantou seu braço e disse:

- Deus é nosso pai. Ele fez a terra, o mar e tudo que está nele, nos fez filho d’Ele.

A professora, querendo buscar mais respostas, foi mais longe:

- Como sabem que Deus existe, se nunca o viram?

A sala toda ficou em silêncio...

Pedro, um menino muito tímido, levantou a mão e disse:

- Minha mãe me disse que DEUS É COMO AÇÚCAR em meu leite que ela prepara todas as manhãs. Eu não vejo o açúcar que está dentro do copo em meio ao leite, porém se tirar o açúcar, fica sem sabor. Deus existe, e está sempre em meio a nós, só que não vemos. Mas se ele não está, nossa vida fica sem sabor.

A professora sorriu e disse:

- Muito bem Pedro, eu te ensinei muitas coisas, porém você me ensinou algo mais profundo do que tudo que eu já sabia. Eu agora sei que Deus é nosso açúcar e que está todos os dias adoçando nossa vida, e lhe deu um beijo e saiu surpreendida com a resposta daquele menino.

A sabedoria não está no conhecimento, porém sim na vivência de Deus em nossas vidas, pois teorias existem muitas, porém doçura como a de Deus não existe nem nos melhores açucares…

Desejo um excelente dia e não se esqueça de colocar “AÇÚCAR” em sua vida.
Que Deus te abençoe e adoce sempre sua vida!

O ASSALTO


Eles vêm. Sem alarde, chegam e não há como evitar, te roubam.

Roubam de ti o que há de melhor, e sem o menor esforço! Mais que relógio, carro, celular: o melhor. E sem perceber permites seres roubado, te entregas, te doas sem nada pedir em troca.

Eu fui roubado, me tiraram os sorrisos, minha dedicação, meu amparo, meu amor. Eu eu lhes dei, sem medo, mas dei querendo dar. É como se uma força maior saísse de mim e me fizesse encontrar sentido em tudo que entreguei, um sentido encontrado, pontuado, o sentido de dar.

Quem são eles, afinal? Quais os assaltantes capazes de apenas sendo o que são, te fazerem doar-se, entregar-se por completo, doar-se em caridade com alegria? Quem é que chega assim, de repente, e quando vês estas atraído?

Não são anjos, nem santos. São humanos. Não são amantes, nem esposas. Eles são tesouros (cf. Ecle 6,14)

Eles são os amigos.

Criaturas que te fazem esgotar-se de amor. Te arrancam olhares carinhosos, abraços apertados, te fazem sofrer por tabela, chorar junto, rir também.

E eu choro.

Eu choro quando meus amigos sofrem, quando perdem namoradas, quando os pais deles se separam. Choro com eles quando perdem-se na vida, quando o fardo é pesado, quando a grana é pouca. Eles me roubam as lágrimas.

E eu rio.

Eu rio quando meus amigos estão bem, quando encontram um novo amor, quando passam festas em família. Rio deles quando contam piadas, e rio com eles quando encontram em si uma coragem antes perdida. Eles me roubam sorrisos.

E eu me dôo. E eles também.

A exemplo do Cristo, doamos um ao outro nossas vidas. E assim prosseguimos. Morrendo e vivendo, morrendo e vivendo, morrendo…vivendo….vivendo…vivendo….vivendo……..vivendo……………….

Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem amor maior do que aquele que dá a vida por seus amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai. Não fostes vós que me escolhestes; fui eu que vos escolhi e vos designei, para dardes fruto e para que o vosso fruto permaneça. Assim, tudo o que pedirdes ao Pai, em meu nome, ele vos dará. O que eu vos mando é que vos ameis uns aos outros. (Jo 15,12-17)

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Uma Lição

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:
- O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não !
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.
No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Moral da História:

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.

O problema de um é problema de todos!

PS.: Excelente fábula para ser divulgada principalmente em grupos de trabalho!

'Nós aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas ainda não aprendemos a conviver como irmãos'