terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Já agradeceu, hoje?

No Salmo 18:35, Davi reconhece que a clemência do Senhor o engrandeceu. A palavra hebraica traduzida aqui por "clemência" encontra-se em outras versões como "ajuda", "bondade" e "humildade". A palavra, na realidade, significa "condescendência". Esse significado dá ensejo a profundos pensamentos. Deus se condescendeu em criar-nos, oferecer-nos um relacionamento com Ele e cuidar de nós tão graciosamente. Davi havia descoberto uma verdade libertadora: tudo o que ele possuía, era e fazia parte da condescendência de Deus em abençoá-lo. Não é de admirar que este salmo termine com ações de graças crescentes.
A graça de Deus, mais a nossa atitude, equivale à grandeza. Ao darmos glória a Deus, a grandeza aumenta em nosso caráter. Tornamo-nos afirmadores dos outros.
Quando foi a última vez que você disse às pessoas de seu relacionamento que lhes era agradecido? Já agradeceu a Deus, hoje, pelo coração que bate, pelo ar que respira?

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Cuidado com a Ganância!

VERSÍCULO
Então lhes disse: "Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens". (Lucas 12:15)

PENSAMENTO
Certa vez, quando serviu como missionário no Rio de Janeiro, Max Lucado foi visitar um irmão afastado. O irmão estava construindo uma casa num terreno perto de um pântano. Max ficou impressionado com a precariedade da situação. Foi quando o irmão virou para Max e confessou que a ganância o havia desviado da fé. "Ganância?" Max perguntou. "Você está levantando um barraco em um pântano, e você chama isso de ganância?" Daí, Max reconheceu "A ganância é relativa. Não é definida pelo valor das coisas, e sim pelo que ela custa a você". Alguns asseveram que Deus quer para nós, os filhos do Rei, mais, mais e mais. Aqui Jesus deixa claro o que Deus quer – mais e mais distância do apego às coisas materiais. O verdadeiro discípulo, o Cristão maduro, é aquele que consegue viver contente e satisfeito com o que tem, ou até com cada vez menos! O alerta é claro – cuidado com "todo tipo de ganância". Quanto lhe custará amanhã, o tesouro que você está juntando hoje? E qual o valor das coisas do Reino em sua vida? Se o nosso apego define o valor das coisas em nossas vidas, o que é que nosso apego às coisas de Deus está dizendo?

Para mais mensagens de Max Lucado visite a página oficial dele em português www.maxlucado.com.br

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Olha para mim professora!

Sabe… eu sou aquela criança que senta num cantinho qualquer da aula, de roupinhas velhas, rostinho feio e sem graça, cabelos sem brilho e quase não fala.
Sabe… eu sou aquela criança, que nunca teve uma merenda gostosa para poder lhe dar um pedacinho; aquela criança que não lhe dá desenhos bonitos porque só tem lápis preto para colorir.
Sabe… eu sou aquela criança que nunca ganhou um colinho do papai, que nunca ganhou ovinho da páscoa a não ser os que a senhora me dá.
Sabe… eu sou aquela criança que muitas vezes traz o tema mal feito, porque a mesa lá de casa é um caixote de madeira que sacode todo quando a gente escreve; aquela criança que a senhora nem nota, que nunca chega perto porque não tem cheirinho de perfume.
Sou aquela criança, que a senhora reclama sempre que não é como as outras; aquela que lhe traz com carinho uma florzinha murcha, que a senhora finge que gosta, mas que acaba esquecendo sempre sobre a mesa.
Sou, enfim, professora, aquela criança que gostaria de ser como as outras, mas que não é; que gostaria de receber um sorriso mas que não recebe; que gostaria de receber um “parabéns”; que gostaria de lhe dar flores bem lindas para que a senhora se orgulhasse de mim.
Mas, mesmo assim, eu lhe peço: aceite-me como eu sou; goste de mim como a senhora gosta dos outros; preste atenção em mim; não me vire as cosas; acredite em mim.
Porque eu amo a senhora. Porque eu queria ser importante para a senhora. Porque eu sou aquela criança feinha e sem graça, que senta num cantinho qualquer da sala que se a senhora tiver um tempinho para prestar atenção em mim, verá em meus olhos sem brilho, um brilho de esperança, na espera de uma chance para poder lhe dizer: Olhe para mim, professora, preciso de você.
(Antonista Pepe Nekcmura)

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Já agradeceu hoje?

Embora todas as boas coisas venham de Deus, a maioria dos presentes que Ele nos dá passa por tantas mãos que, quando chegam até nós muitas vezes não percebemos a mão d’Ele nos presenteando.
Suponha, por exemplo, que hoje de manhã você tenha tomado suco de laranja industrializado. Você pegou uma caixa na geladeira. A caixa foi comprada em um supermercado. O suco foi levado até o supermercado por um motorista de caminhão. Antes disso, foi embalado em uma fábrica, por um empregado da indústria. Provavelmente, a laranja foi espremida na mesma fábrica. As laranjas foram entregues na indústria por um outro motorista, cujo caminhão, provavelmente, estava cheio de boias-frias, que as colheram. A plantação é de um fazendeiro, e a colheita depende da quantidade exata de luz do sol, chuva e bom tempo. E tudo isso tem origem na mão de Deus.
Todas as coisas boas que nos chegam nesta vida podem ser seguidas até irem às mãos de Deus.
Parece-me que o mínimo que podemos fazer é agradecer-lhe por nos dar cada uma dessas coisas. (Escrito por Ken Gire)

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Deus, você não se importa?

“Deus, você não se importa?” Eis uma frase sincera, um grito insistente e doloroso. Eu já gritei isto. E você? Este grito já foi liberado incontáveis vezes…
A mãe chora sobre um bebê natimorto. O marido é arrancado da esposa um trágico acidente. As lágrimas do menino de oito anos caem sobre o caixão de seu pai. Então, surge uma pergunta em tom de lamento:
“Deus, você não se importa?”
“Por que eu? Por eu o meu amigo? Por que o meu negócio? Você não se importa?”
É a pergunta de todos os tempos – literalmente feita por todas as pessoas que já passaram por esta terra. Nunca houve um presidente, um trabalhador, um homem de negócios que não a fizesse. Nunca houve uma alma que não tenha se debatido com esta dolorosa pergunta. “O meu Deus se importa, ou a minha dor é algo sem importância para Deus?”
Enquanto os ventos uivavam e o mar se enfurecia, os discípulos impacientes e amedrontados gritavam o seu medo ao Jesus adormecido: “Mestre, não te importa que pereçamos?” Ele poderia ter continuado a dormir. Poderia ter dito que se calassem. Poderia ter se levantado impacientemente, enxotando a tempestade com fúria. Poderia ter apontado à imaturidade deles… mas não o fez.
Com toda a paciência que somente alguém que se importa pode ter, Jesus respondeu a essa pergunta. Ele acalmou a tempestade para que os discípulos, trêmulos, não perdessem a resposta. E respondeu de uma vez por todas o doloroso dilema do homem – “Onde está Deus quando estou sofrendo?”.
Ouvindo e curando. É ali que Ele está. Ele se importa. (Extraído da obra On the Anvil, de Max Lucado)

O que Deus está procurando?

Quando Deus examina a terra para descobrir líderes em potencial, Ele não está buscando anjos encarnados. Não está certamente procurando pessoas perfeitas, pois não existe nenhuma. O Senhor procura homens e mulheres como você e eu, simples seres humanos feitos de carne, ossos e sangue. Ele busca igualmente certas qualidades nesses indivíduos, como as que encontrou em Davi.
A primeira qualidade que viu em Davi foi um coração voltado para Deus. "… o Senhor procurou um homem segundo o Seu coração" (I Sm 13:1-14). O que significa ser alguém segundo o coração de Deus? Para mim, significa que você é alguém cuja vida está em harmonia com o Senhor. O que é importante para Ele é importante para você. O que O entristece, entristece você. Quando Ele diz: "Vá para a direita", você vai para a direita. Quando diz: "Não faça mais isso", você para imediatamente. Se disser: "Isto é algo que quero que você mude", você concorda porque tem um coração segundo Deus. Esta é a base do cristianismo bíblico.
Quando você é profundamente espiritual, seu coração é sensível às coisas de Deus. Um versículo paralelo confirma isto: "Pois os olhos do Senhor estão atentos sobre toda a terra para fortalecer aqueles que lhe dedicam totalmente o coração" (2 Co 16:9, grifo do autor).
O que Deus está procurando? Ele procura homens e mulheres cujo coração é totalmente dEle – totalmente. Isto significa que não há armários fechado. Nada varrido para baixo do tapete. Significa que quando você comete um erro, admite o mesmo e imediatamente chega a um acordo a respeito. Você sofre com o erro. Fica preocupado com as coisas que desagradam ao seu Pai celestial. Você deseja agradá-Lo com seus atos. Você se importa com os motivos por trás do seu comportamento. Isto é ter um coração segundo Deus e esta era a primeira qualidade da Davi. Você tem um coração segundo Deus?  (Escrito por Charles Swindoll)

terça-feira, 11 de junho de 2013

Deixando para trás o que deve ser esquecido

"... uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão" (Filipenses 3:13).
Charles Dickens escreveu certa vez: "Reflita em suas bênçãos atuais, as quais as pessoas têm muitas, e não em seus infortúnios passados, os quais as pessoas têm alguns.

Pare apenas um minuto para refletir nas bênçãos atuais: a bênção da própria vida, o calor das amizades, a riqueza da boa saúde, o poder do amor, a glória de um amanhecer, o privilégio da oração, as alegrias da música, as satisfações do trabalho, os tesouros dos livros, a beleza da arte, o milagre da primavera, a graça de Deus. Seja mais agradecido e você se tornará mais feliz!

Muita gente vive se escondendo da vida e murmurando pelos cantos, relembrando o passado, lamentando as oportunidades perdidas, se queixando dos problemas que um dia teve de enfrentar. Estão tão profundamente arraigados às decepções e frustrações que ficaram para trás que esquecem-se de seguir em frente, de louvar a Deus por ter ultrapassado os obstáculos, de agradecer pelas vitórias que o Senhor tem dado.

As lutas do passado devem ser deixadas para trás; as angústias que um dia enfrentamos devem ser totalmente esquecidas; as necessidades experimentadas e que tanto nos feriram devem ser agora ignoradas; as derrotas só devem ser lembradas no momento de comemorarmos as grandes vitórias que as sucederam.

É tempo de sorrir!
É tempo de cantar!
É tempo de viver as alegrias do presente, as bênçãos que Deus tem nos dado hoje, a felicidade que está logo adiante.

Pare de olhar para trás! Olhe só para a frente... para o Deus que cuida de você e lhe promete uma vida vitoriosa!

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Hoje é tudo o que temos

Um dos aspectos mais perturbadores da ansiedade é a preocupação com o futuro. Soren Kierkegaard disse: "Que é a ansiedade? É o dia seguinte". O capítulo ainda não escrito de nossa vida é que perturba a maioria de nós. Jesus nos oferece a solução: deixe que o amanhã cuide de si; viva hoje ao máximo (Mateus 6:34). A mensagem de Cristo é que se vivermos hoje da maneira que Ele sugere, o amanhã será mais glorioso do que jamais ousamos imaginar, pois o que fazemos hoje está inseparavelmente relacionado com o que acontecerá amanhã.
Podemos influenciar o futuro através de como lidamos com o que está acontecendo. Jesus diz que há oportunidade suficiente hoje para vermos o Seu poder em operação contra o mal. Concentre-se nessa realidade e o amanhã será uma oportunidade de êxito. Uma vez que o nosso "amanhã" último, a vida eterna, esteja seguro, podemos viver sem reservas cada dia.
A maioria de nós se preocupa tanto com o futuro que não desfruta o presente. Preocupamo-nos com o que viverá e falhamos em experimentar o que é. Prosseguimos em preparação como se um novo plano, relacionamento ou oportunidade tornará tudo diferente. É bom fazer planos, mas não ao ponto de olvidar a voz de Deus nos momentos mais difíceis da vida.
As sementes da colheita do amanhã são plantadas hoje. A maneira de as cultivarmos é que determinará o que colheremos. Não se esqueça de viver… hoje. (Escrito por Lloyd Ogilvie)

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Por que Deus não responde imediatamente?


Você vive momentos em que Deus parece muito distante?
A maioria de nós sente isso. O salmista fala por nós ao clamar: "Senhor, por que estás tão longe? Por que te escondes em tempos de angústia?" (Sl 10:1). Pendurados na cruz, Jesus clamou: "Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?" (Mt 27:46).
Nossos sentimentos podem dizer-nos que Deus está distante, mas as Escrituras dizem outra coisa. Quando clamamos a Deus em oração, Ele está perto, quer sintamos, que não.
Ao mesmo tempo, podemos orar por algo de que precisamos sem ver uma resposta depois de semanas, meses ou até mesmo anos de intercessão fervorosa. Por que Deus tantas vezes nos faz esperar pelo que temos certeza ser necessário imediatamente?
Deus pode negar-nos certas coisas durante algum tempo porque deseja que oremos por elas. Ele quer fazer algo grande em resposta a nossas orações, algo que só pode nascer se orarmos. É possível que certas coisas não ocorram em sua vida a não ser que ore longa e fervorosamente por elas.
Se começar a desanimar e achar que a vida nunca vai mudar, saiba que o oposto é verdade. É nessas ocasiões que Deus o está preparando para o seu futuro. Ao chegar a hora certa, sabemos que Ele trabalha rapidamente. Achegue-se a Deus em oração, confiando em sua proximidade. Agradeça-Lhe por ouvir suas orações e porque vai responde-las à Sua maneira perfeita.
(Stormie Omartian)
Participe de uma campanha mundial de oração intercessora. Uns orando pelos outros. Anote o seu pedido de oração e ore pelos demais. http://oroporvoce.com

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Senhor, quanta fome pelo mundo!

Comi.

Comi demais.

Comi para fazer como faz toda gente.

Porque me haviam convidado.

Porque estava em sociedade e era difícil agir doutro jeito.

E cada prato, cada bocado, e cada colherada custavam a passar.

Comi demais, Senhor.

Enquanto, no mesmo momento, em minha cidade, mais de 1.500 pessoas – tenho nas mãos uma lata vazia.

Faziam fila para a sopa popular.

Enquanto aquela mulher, na mansarda onde mora, comia o que apanhava de manhã nas latas do lixo.

Enquanto esses garotos, em seus cortiços repartiam entre si os restos frios da magra refeição dos velhos do Asilo.

Enquanto dez, cinquenta, cem, mil desgraçados, no mesmo instante, pelo mundo afora, torciam-se de dor, morriam de fome diante dos seus, desesperados.

Senhor, é atroz, pois eu bem sei, e comigo muitos homens sabem.

Sabem que não só alguns infelizes sofrem fome, mas centenas, à porta de suas casas.

Sabem que não só uma centena de infelizes, mas milhares sofrem fome em seus próprios países.

Sabem que não somente milhares, mas milhões sofrem de fome pelo mundo afora.

Os homens traçaram o mapa da fome.

Aqui estão as zonas da morte, que se impõem, terríveis.

Os algarismos brandem sua verdade implacável.

Para mais de 800 milhões de seres humanos, o mínimo mensal dos países ricos representa o máximo anual.

Um terço da humanidade está subalimentado.

Morrem vários milhões de homens à míngua, no decorrer de uma só fome na Índia.

Os hindus vivem em média 26 anos apenas.

Senhor, vês este mapa, lês estes algarismos, não como o estatístico, sereno, em seu escritório, mas como um pai de família numerosa, que se debruça sobre a fronte de cada um de seus filhos.

Senhor, vês este mapa, lês estes algarismos desde sempre.

Tu os lias, Tu os vias, quando contavas para mim a história do rico à mesa e do Lázaro faminto.

Tu os vias, Tu os lias, quando narravas para mim o Juízo Final.

"…Eu tive fome…"

É terrível, Senhor!

És Tu que fazes fila para a sopa popular.

És Tu que comes o que sobra nas latas de lixo.

És Tu que agonizas torturado pela fome.

És Tu que morres a um canto, sozinho, com 26 anos, enquanto, no outro ângulo do grande salão do mundo, ao lado de alguns membros da nossa família – eu como, sem ter fome, o que seria preciso para Te salvar.

"… Tenho fome…"

Poderás dizer-me isso sempre, Senhor, se eu deixar um só instante de me dar.

Jamais acabarei de servir a sopa a meus irmãos – são tão numerosos.

Sempre haverá alguns que não receberam sua porção.

jamais acabarei de lutar para ter sopa para todos os meus irmãos.

Não é fácil, Senhor, dar de comer ao mundo.

Prefiro fazer minha oração, regularmente, limpamente.

prefiro jejuar nas sextas-feiras.

prefiro visitar meu pobre.

prefiro dar dinheiro às quermesses e orfanatos, mas tudo isto ainda não basta, tudo isto é nada,
se um dia puderes me dizer: "Estou com fome".

Senhor, eu já não sinto fome;

Senhor, eu já nem quero mais ter fome;

Senhor, eu só quero comer o que me for preciso para viver e Te servir e lutar por meus irmãos.

Pois tens fome, Senhor,

Pois morres de fome, Tu, enquanto estou saciado.

(Michel Quoist)

"Porque tive fome e Me deste de comer" (Mateus 25:35)

 

segunda-feira, 18 de março de 2013


Diário secreto de uma Bíblia

Não sei se você já conhece “O Diário de uma Bíblia”. O que transcrevo a seguir parece ser de 3 de julho de 1947, do “Watchman-Examiner”. O autor imaginou o relacionamento da Bíblia com uma família dita cristã. Eis o diário:

15 de janeiro – Descansei a semana toda. Meu dono me leu regularmente nas primeiras noites no início desse ano, mas penso que se esqueceu de mim agora.

2 de fevereiro – Faxina na casa. Tiraram o pó de cima de mim, como de outros objetos, e me colocaram no lugar de costume.

8 de fevereiro – Meu dono usou-me por uns momentos depois do jantar. Estava procurando alguns textos. Fui à igreja hoje!

2 de abril – Eu estive bem ocupada hoje. Meu dono tinha de dirigir uma reunião de oração e me consultou buscando algumas passagens. Teve bastante dificuldade de encontrar uma, apesar de ela estar no mesmo lugar.

1º de maio – Gastei toda a tarde no colo da vovó. Ela está aqui de visita. Deixou cair algumas gotas de lágrimas sobre Colossenses 2:5-7.

6 de maio – Outra vez no colo da vovó esta tarde. Ela gastou a maior parte do tempo meditando em I Coríntios 13 e nos últimos versos do capítulo 15.

7, 8 e 9 de maio – No colo da vovó todas as tardes. Que lugar confortável! Às vezes ela fala comigo e outras me lê.

10 de maio – A vovó viajou para sua casa hoje. Ela me beijou e me disse “adeus”! Estou outra vez no meu lugar de costume.

1º de julho – Fui colocada numa mala entre roupas e outros objetos. Penso que vamos passar alguns dias fora.

10 de julho – Ainda na mala, apesar de quase todas as outras coisas terem sido colocadas noutro lugar do quarto.

15 de julho – Em casa outra vez e no meu lugar costumeiro. Fiz uma longa viagem. Nem sei por que me levaram consigo… Não saí da mala…

1º de agosto – Que calor! Duas revistas, um romance e um chapéu, tudo em cima de mim. Oh, se eles pelo menos tirassem estas coisas de sobre mim!

10 de setembro – Limpeza. Tiraram-me o pó e fui colocada no meu lugar para um longo descanso…

Se sua Bíblia “falasse”, que diria ela? Quantas vezes a tem usado? Já leu toda a Bíblia pelo menos uma vez? Já leu sua Bíblia hoje com oração?

Ponde, pois, estas Minhas palavras no vosso coração e na vossa alma (Deuteronomio 11:18).

Fonte: Blog do Amilton Menezes.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Falta coragem?

Você é capaz de demonstrar alguma coragem? Está se esquivando mais do que enfrentando? Se assim for, deixe o Mestre leva-lo novamente ao alto da montanha. Deixe que Jesus lhe lembre que não "deve temer". Preste atenção ao momento em que Ele expulsou o medo do coração de seus discípulos ansiosos, e veja se as suas palavras podem ajuda-lo.
Precisamos lembrar que os discípulos eram homens do povo que haviam recebido uma tarefa desafiadora. Antes de se tornarem os "santos" que aparecem nos vitrais coloridos das catedrais, eles eram simplesmente os vizinhos ao lado, pessoas comuns, tentando ganhar a vida e criar uma família. Não tinham sido criados com conteúdos teológicos, ou alimentados com leite sobrenatural. Mas eram um pouquinho mais piedosos do que medrosos e, como resultado, fizeram coisas extraordinárias.
Os temores terrenos não são verdadeiros temores. O destino final está garantido. Responda a grande pergunta da eternidade, e as pequenas perguntas da vida passarão a ter a sua verdadeira perspectiva. (Extraído da obra The Applause of Heaven, de Max Lucado)